https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/issue/feed Revista Juventude e Políticas Públicas 2019-06-11T00:39:23+00:00 Priscila Rodrigues priscila.rodrigues@presidencia.gov.br Open Journal Systems Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/EXPEDIENTE Expediente 2014-12-15T14:52:38+00:00 Valéria Viana Labrea valeria.labrea@hotmail.com <p align="center"><strong> </strong></p><p align="center"><strong>PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA</strong><strong></strong></p><p align="center"><strong>Dilma Rousseff</strong></p><p align="center">Presidenta da República<strong></strong></p><p align="center"><strong>Michel Temer</strong></p><p align="center">Vice-Presidente da República<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA </strong></p><p><strong>DA REPÚBLICA</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Gilberto Carvalho</strong></p><p>Ministro de Estado Chefe<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Diogo de Sant’Ana</strong></p><p>Secretário Executivo<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>SECRETARIA NACIONAL DE JUVENTUDE</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Severine Carmem Macedo</strong></p><p>Secretária Nacional de Juventude<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Ângela Cristina Santos Guimarães</strong></p><p>Secretária Adjunta<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Francisco Rodrigo Josino Amaral</strong></p><p>Chefe de Gabinete</p><p><strong style="font-size: 10px;"> </strong></p><p><strong>Elisa Guaraná de Castro</strong></p><p>Coordenadora-Geral de Políticas Transversais</p><p><strong style="font-size: 10px;"><br /></strong></p><p><strong style="font-size: 10px;">Coordenadora da Coleção Juventude</strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro<strong></strong></p><p><strong>Supervisão/Elaboração</strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro, Carla de Paiva Bezerra e Valéria Viana Labrea. <strong></strong></p><p><strong>Revisão </strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro, Valéria Viana Labrea, Ana Laura Lobato, Carla Schwingel</p><p><strong>Projeto gráfico</strong></p><p>Aline Soares</p><p><strong>Diagramação</strong></p><p>Valéria Viana Labrea e Carla Schwingel<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Comissão de Avaliação</strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro (coordenadora)</p><p>Ana Codes</p><p>Ana Laura Lobato</p><p>Carla de Paiva Bezerra</p><p>Enid Rocha</p><p>Helena Wendel Abramo</p><p>Herton Araújo</p><p>Larissa Borges</p><p>Rosana Botelho</p><p>Valéria Viana Labrea</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Informações:</strong></p><p><strong>Secretaria Nacional de Juventude – SNJ</strong></p><p>Pavilhão das Metas</p><p>Via VN1 - Leste - s/nº Praça dos Três Poderes - Zona Cívico Administrativa</p><p>Telefone: [55 61] 3411-1160</p><p>CEP 70150-908</p><p>Brasília – DF</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Dados Internacionais de Catalogação e Publicação (CIP)</strong></p><p>Regina Maria Duarte Moreira dos Santos</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Índice para catálogo sistemático:</strong></p><ol><li><strong>1. </strong><strong>Juventude - Brasil</strong></li></ol><p><strong>2014</strong></p><p><strong>Esta obra está licenciada com uma Licença </strong><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/"><strong>Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional</strong></a><strong></strong></p><p><strong>[juventude@presidencia.gov.br]</strong></p><p><strong>Telefone: [55 61] 3411-1160</strong></p> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/EDITORIAL Editorial 2014-12-15T14:52:38+00:00 Elisa Guaraná Castro elisa.castro@presidencia.gov.br <h1>Editorial</h1><p class="Normal1">A <em>Revista Eletrônica Juventude e Políticas Públicas</em> é uma revista técnico-científica, de tiragem semestral, publicada exclusivamente em meio eletrônico, cujo objetivo é dar visibilidade à produção técnica e acadêmica sobre temas correlatos a políticas públicas de juventude. Esta iniciativa integra a missão da Secretaria Nacional de Juventude em fortalecer a produção de conhecimento sobre juventude e políticas públicas.</p><p class="Normal1">Para tal, a SNJ criou em julho de 2013 o <a href="http://participatorio.juventude.gov.br"><em>Participatório - Observatório Participativo da Juventude</em></a>. Os observatórios têm sido cada vez mais conhecidos e reconhecidos pela sociedade por seu papel voltado à análise - e reflexão e também como referência no acompanhamento e fiscalização de um determinado setor ou de temas específicos. Inspirado nas redes sociais, a proposta do Participatório dialoga com a ideia de um observatório, mas busca também articular uma rede formada por jovens ativistas, pesquisadores, gestores voltada à produção do conhecimento sobre e para a juventude brasileira e à participação e mobilização social. Desse modo, o Participatório se coloca como instrumento para articular diferentes objetivos da Secretaria Nacional de Juventude, produzir conhecimento em rede, com participação e mobilização.</p><p class="Normal1">O Observatório tem atualmente disponível: <strong>dados e pesquisas,</strong> <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/biblioteca"><strong>biblioteca digital</strong></a><strong>,</strong> <strong>Centro de Documentação e Pesquisa sobre Juventude e Políticas Públicas (CEDOC-PPJ),</strong> <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/groups/profile/217355/participatorio-em-rede"><strong>rede de pesquisadores de juventude</strong></a><strong>,</strong> c<strong>onsultas públicas,</strong> <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/groups/all">c<strong>omunidades temáticas</strong></a>, <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/blog/owner/ParticipatorioJuventude">b<strong>log</strong></a><strong>, transmissões online, interação com outras redes, publicações, Boletim Juventude Informa. </strong></p><p class="Normal1">A <em>Revista </em>é coordenada pelo Participatório – Observatório Participativo da Juventude e compõe-se de estudos, memória, registro e reflexão multidisciplinar. Sua política editorial procurará materializar em artigos, ensaios, dossiês, reportagens, fotografias, resenhas e traduções as análises empíricas e teóricas sobre a política pública de juventude para que a sociedade, gestores, especialistas, acadêmicos, pesquisadores e outros agentes interessados na temática possam acompanhar a produção do conhecimento e a análise dos dados que compõem o cenário da Juventude no contexto nacional e internacional.</p><p class="Normal1">Cada edição possuirá uma linha temática, proposta pelo seu Conselho Editorial, e divulgada por meio de chamada pública para recebimento de trabalhos. Os artigos serão selecionados por meio de análise de comissão de avaliação instituída a cada edição, pelo sistema de duplo cego. A revista tem como princípios o acesso livre e aberto à informação e ao conhecimento e o estímulo à produção de jovens pesquisadores. Sua disponibilização eletrônica será por meio do Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER/IBICT), uma customização brasileira do <em>Open Journal Systems</em> (OJS).</p><p>Para inaugurar a <em>Revista Eletrônica Juventude e Políticas Públicas</em> trazemos a <em>Edição Especial Participatório em Rede - Panorama das Pesquisas em Políticas de Juventude</em><em>, </em>com os artigos selecionados para o <em>Participatório em rede – encontro de pesquisadores e pesquisadoras de politicas de juventude</em>. O <em>Encontro </em>foi realizado<em> </em>de 2 a 4 de setembro de 2014, pela SNJ, em Brasília e reuniu mais de 100 pesquisadores de todo o país. Os participantes foram selecionados por chamada pública e com priorização para as regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste. A seleção permitiu a participação de graduados, mestres e doutores promovendo um encontro de grupos, redes e pesquisadores independentes sobre temáticas diversas. O objetivo era traçar um panorama da produção atual, em especial daquela menos visibilizada por não estar nos grandes centros de produção científica do país.</p><p> <span style="font-size: 10px;">Quem são as pessoas que pesquisam temas ligados à juventude brasileira? Que temáticas despertam maior interesse? Quais são os desafios para produzir conhecimento sobre juventude e políticas públicas hoje? Essas foram algumas das perguntas que motivaram a realização do Encontro, realizado em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), e contando com a participação de representantes de ministérios que executam políticas de juventude.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Os onze artigos que integram essa </span><em style="font-size: 10px;">Edição Especial</em><span style="font-size: 10px;"> estão agrupados sob as seguintes temáticas: Identidades e Diversidade, Participação Política, Juventude e Políticas Públicas, Educação e Trabalho, Cultura e Comunicação, e por fim, Violência, Segurança e Periferia.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Além dos artigos a </span><em style="font-size: 10px;">Revista </em><span style="font-size: 10px;">traz uma entrevista com o </span><em style="font-size: 10px;">Observatório Capixaba, </em><span style="font-size: 10px;">uma experiência referência em produção sobre políticas públicas da sociedade civil.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Para o primeiro número da </span><em style="font-size: 10px;">Revista</em><span style="font-size: 10px;"> o tema será </span><strong style="font-size: 10px;">Dez anos da Política Nacional de Juventude</strong><span style="font-size: 10px;">.</span><strong style="font-size: 10px;"> </strong><span style="font-size: 10px;">Aguardamos a colaboração por meio da chamada pública lançada no dia 15 de dezembro de 2014.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Esperamos que essa inciativa some à rede pulsante de pesquisadores que hoje contribuem para que a cada dia os anseios e dilemas da juventude se tornem mais visíveis à sociedade brasileira.</span></p><p> </p> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/ENTREVISTA Entrevista 2014-12-15T14:52:38+00:00 Danilo Castro Lima danilolima.consultor@presidencia.gov.br Entrevista com o <em>Observatório Capixaba, </em>uma experiência referência em produção sobre políticas públicas da sociedade civil. 2014-12-15T09:59:53+00:00 Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/23 Entrevista: Regina Novaes fala sobre os novos paradigmas da pesquisa em juventude 2014-12-15T14:52:38+00:00 Danilo Lima danilocastro00@gmail.com <p>Regina Novaes é uma das maiores pesquisadoras do país quando o tema é Juventude. Sua trajetória acadêmica sempre esteve ligada ao estudo dos movimentos sociais até perceber que a juventude era o que mais lhe interessava como objeto de pesquisa. A diversidade e as desigualdades que encontrava nesse recorte sempre lhe chamaram atenção.</p><p>Hoje, é Professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e também é parceira da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ).</p><p>A pesquisadora subsidia uma série de ações da SNJ por ser uma referência teórica na elaboração das políticas de juventude. Em entrevista à <em>Revista Eletrônica Juventude e Políticas Públicas</em>, Regina lança um olhar questionador, que expõe paradigmas sobre a pesquisa no tema. Ela também faz um balanço das políticas de juventude no Brasil, abordando os avanços conquistados até aqui e os desafios que ainda temos pela frente.</p> 2014-12-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/CLAUDINA%20MAXIMIANO ADOLESCENTES E JOVENS INDÍGENAS: CONTEXTO SOCIAL E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA NO RIO NEGRO 2018-05-22T17:18:12+00:00 Claudina Azevedo Maximiano claudinamaximiano8@gmail.com <p>O presente texto propõe uma reflexão inicial sobre o processo de participação política dos jovens indígenas no rio Negro, a partir da análise das iniciativas de mobilização/organização de um “novo sujeito político” no cenário do movimento indígena e do contexto social da referida região. Nosso objetivo é descrever/refletir acerca do processo de articulação/mobilização de jovens indígenas na luta por espaços sociais de poder, assim como acerca da criação de um discurso em torno de um sujeito pluriétnico autodenominado de “adolescentes e jovens indígenas”. Tal reflexão perpassa o contexto social do município de São Gabriel da Cachoeira, com destaque para Santa Isabel do Rio Negro, município localizado na região do Médio Rio Negro, campo em que se circunscreve a pesquisa por meio da qual construo essa reflexão. A temática está ligada aos problemas sociais que envolvem os jovens indígenas e às iniciativas de organização, acrescida dos conflitos vivenciados por eles, ações classificadas como “marginais” e/ou a mobilização por políticas públicas específicas que acabam por se conectar e/ou se tangenciam no cotidiano. É diante desse contexto que proponho tal reflexão.</p> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MAYARA%20MARTINS%20EL%20AL O PROTAGONISMO DOS JOVENS E O TURISMO EM ÁREAS RURAIS 2018-05-22T17:18:13+00:00 Mayara Roberta Martins mayaramartinstur@gmail.com Célia Regina Tomiko Futemma cfutemma@unicamp.br <p>Este trabalho, analítico-descritivo, busca relatar experiências de turismo sustentável em áreas rurais por meio da questão da ação coletiva e o protagonismo da juventude. O objetivo central foi compor entendimentos sobre a participação dos jovens no turismo, sobretudo, questionando as oportunidades ofertadas aos jovens e a disposição deles em colaborar no desenvolvimento local. Para isso, serão apresentados estudos de casos distintos sobre a participação dos jovens no turismo. O primeiro contexto faz referência ao contexto do turismo e da juventude em assentamentos rurais no Estado de São Paulo. Desse modo, foram entrevistados jovens dos assentamentos: a) Ipanema (Iperó, Região Sorocaba), b) Rodeio e Água Limpa (Presidente Bernardes, Região de Presidente Prudente) e c) Sumaré I (Sumaré, Região de Campinas). Já o segundo contexto, refere-se à experiência consolidada do roteiro agroturístico conhecido como “Acolhida na Colônia”, reconhecido como destino referência de turismo rural, tendo como sede a cidade de Santa Rosa de Lima no Estado de Santa Catarina. Como conclusões gerais, este trabalho consistirá em apresentar as principais semelhanças e diferenças sobre a participação social de jovens no turismo nestes diferentes contextos e como os jovens devem ser considerados na gestão comunitária do turismo.</p> 2014-12-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/LILA%20LUZ JUVENTUDE E VIOLÊNCIA: REFLEXÕES SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA JOVENS EM TERESINA 2019-03-25T18:14:12+00:00 Lila Cristina Xavier Luz lilaxavier@hotmail.com <div class="page" title="Page 1"><div class="layoutArea"><div class="column"><p><span>Neste artigo apresentamos algumas reflexões acerca da violência contra jovens na cidade de Teresina. As informações quantitativas e os resultantes das pesquisas de campo contribuem para identificar a existência de um processo de violência contra jovens na cidade de Teresina, com maior incidência entre jovens pobres moradores de zonas periféricas. </span></p></div></div></div> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/GIOVANE%20SCHERER Juventudes e Políticas Públicas: Reflexões quanto a Garantia do Direito as Seguranças 2018-07-25T13:22:10+00:00 Giovane Antonio Scherer giovanescherer@ig.com.br <span style="line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-theme-font: minor-latin;">O presente artigo apresenta um debate a respeito do contexto de (in)segurança social a qual as juventudes são impactadas, apontando para a importância da garantia do direito as seguranças, compreendido como um direito humano, necessário de materialização pela via das políticas sociais. Apresenta-se uma breve análise dos programas e projetos voltados para a garantia do direito as seguranças das juventudes, ressaltando a importância da articulação intersetorial com vistas a possibilitar a garantia universal e indivisível dos direitos desse segmento social</span> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MARIO%20SIMAO Dos espaços de identidade aos espaços de visibilidade 2018-05-22T17:18:13+00:00 Mário Pires Simão mpiressimao@gmail.com <p>Este artigo tem como objetivo identificar movimentos de visibilidade de jovens de origem popular, residentes em favelas cariocas a partir do seu espaço vivido. Parte-se da argumentação que estes têm construído estratégias para enfrentar a invisibilidade política, corpórea e conceitual que historicamente condicionam suas vidas. Discutimos as conseqüências do ordenamento moderno para a noção de juventude. Há uma cronobiologia que sustenta a construção de tipologias com o objetivo de homogeneizar estes sujeitos. Contudo, a juventude é uma categoria em disputa política. Assinala-se a invisibilidade de jovens oriundos de determinadas favelas da cidade do Rio de Janeiro, destacando-se que existem diferentes modos de ser e estar jovem e, especialmente estes jovens têm suas vidas marcadas pela desigualdade e pela distinção territorial de direitos. Em busca da visibilidade destes sujeitos, construímos uma análise sobre estes no espaço da vida, reunindo informações sobre trajetórias de vida e práticas culturais a partir de entrevistas e grupos focais com jovens situados entre 15 e 29 anos moradores de favelas cariocas. Ao final apontamos alguns movimentos de visibilização destes jovens, tais como: as novas representações estéticas que fazem de si e do espaço da favela em que vivem e as estratégias de comunicação e de construção de redes a partir das ferramentas da tecnologia digital.</p> 2014-11-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/RENATO%20VECHIA Arte, Cultura e Política no Movimento Estudantil Brasileiro: Uma combinação necessária 2018-05-22T17:17:46+00:00 Renato da Silva Della Vechia rdellavechia@gmail.com <p>Este artigo busca resgatar algumas experiências de articulação entre a arte e cultura com a atuação de entidades vinculadas ao movimento estudantil. Analisa o papel que o Centro Popular de Cultura da UNE desempenhou durante o conturbado período que antecedeu ao golpe militar no Brasil, alguns debates relacionados à concepções sobre o papel da arte, bem como algumas tentativas de utilização de expressões artísticas como forma de romper o isolamento a que as entidades estudantis foram submetidas após a intervenção militar no país. Por fim, resgata o papel que a questão cultural desempenhou no processo de redemocratização no contexto do movimento estudantil gaúcho a partir da organização de um grande encontro em Caxias do Sul, denominado Cio da Terra e organizado pela União Estadual de Estudantes do RS (UEE/RS). </p> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/10 O PROTAGONISMO DOS JOVENS E O TURISMO EM ÁREAS RURAIS 2018-05-22T17:18:13+00:00 Mayara Roberta Martins mayaramartinstur@gmail.com <span style="line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;">Este trabalho, analítico-descritivo, busca relatar experiências de turismo sustentável em áreas rurais por meio da questão da ação coletiva e o protagonismo da juventude. O objetivo central foi compor entendimentos sobre a participação dos jovens no turismo, sobretudo, questionando as oportunidades ofertadas aos jovens e a disposição deles em colaborar no desenvolvimento local. Para isso, serão apresentados estudos de casos distintos sobre a participação dos jovens no turismo. O primeiro contexto faz referência ao contexto do turismo e da juventude em assentamentos rurais no Estado de São Paulo. Desse modo, foram entrevistados jovens dos assentamentos: a) Ipanema (Iperó, Região Sorocaba), b) Rodeio e Água Limpa (Presidente Bernardes, Região de Presidente Prudente) e c) Sumaré I (Sumaré, Região de Campinas). Já o segundo contexto, refere-se à experiência consolidada do roteiro agroturístico conhecido como “Acolhida na Colônia”, reconhecido como destino referência de turismo rural, tendo como sede a cidade de Santa Rosa de Lima no Estado de Santa Catarina. Como conclusões gerais, este trabalho consistirá em apresentar as principais semelhanças e diferenças sobre a participação social de jovens no turismo nestes diferentes contextos e como os jovens devem ser considerados na gestão comunitária do turismo.</span> 2014-12-15T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/IVAN%20FARIA A PROFISSIONALIZAÇÃO ARTÍSTICA DE JOVENS EM SALVADOR/BAHIA: TENSÕES ENTRE MERCADOS E POLÍTICAS CULTURAIS E EDUCACIONAIS 2018-05-22T17:18:13+00:00 Ivan Faria ivanxfaria@gmail.com <p>O presente artigo analisa as condições e possibilidades de formação profissional na área artística na Bahia, bem como aponta alguns desafios enfrentados por estudantes e egressos de instituições educativas ligados ao mundo das artes. O trabalho caracteriza o cenário da oferta de projetos sociais e cursos de educação profissional e de políticas públicas para o setor, articulando-o ao complexo campo da inserção profissional e do trabalho no mundo das artes. Os dados mostram que o setor é marcado pela incerteza, sendo bem menos organizado e formalizado do que outras áreas técnicas. A transição para o mundo do trabalho apresenta tensões relacionadas à remuneração, à informalidade e à flexibilidade necessárias para transitar no mercado cultural. </p> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/CRISTIANE%20SANDER JUVENTUDE E PARTICIPAÇÃO: Ligas Juvenis Alemãs e Políticas de Juventude no Brasil 2018-05-22T17:17:46+00:00 Cristiane Sander cristianesander@hotmail.com Considerando que a juventude deve ser compreendida enquanto categoria social e os jovens como sujeitos de direitos para que possam contribuir de forma decisiva para dinamizar a sociedade e propor soluções para os seus principais problemas. É necessário criar formas e possibilidades da participação ativa dos jovens que dependem em grande parte da existência de espaços sociais adequados, nos quais os mesmos possam desenvolver ações e projetos vivenciando e experinciando a participação, a auto-organização e a autonomia. Esse protagonismo é indispensável no processo de socialização e do exercício da cidadania. Na Alemanha existe uma longa tradição na criação e fortalecimento de espaços e organizações, como as Ligas Juvenis, nas quais os jovens podem vivenciar e experienciar a participação e a autonomia. As Ligas Juvenis são hoje reconhecidas como espaços sociais pedagógicos para a socialização dos adolescentes e jovens, pelo Estado e sociedade. O artigo apresenta a estrutura e os princípios das Ligas Juvenis, e a importância da participação enquanto um processo formativo nas mesmas, além de refletir de que forma estas experiências podem contribuir na realidade da juventude e da Política de Juventude no Brasil. 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/HEBER%20ROCHA FORMAÇÃO DE AGENDA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE NO GOVERNO LULA 2018-05-22T17:18:13+00:00 Heber Silveira Rocha rocha.heber@gmail.com <p class="Default"><span>Este artigo analisa os principais fatores, atores e contexto político que levaram o tema das políticas públicas de juventude adentrar na agenda governamental, culminando na criação da política nacional da juventude em 2005. Entende-se como Política Nacional de Juventude os seguintes elementos: Secretaria Nacional de Juventude, Conselho Nacional de Juventude e Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem). Analisou-se o período de 2002 a 2005, quatro anos determinantes para os diferentes atores promoverem o tema da política de juventude, bem como elaborarem alternativas de políticas e promoverem o processo de definição do problema, à luz da teoria de J. Kingdon. </span></p> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/RODRIGO%20DE%20ANDRADE REDE DE ATORES PASTORAIS E SUA INFLUÊNCIA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE: CONSTITUIÇÃO DE UMA COMUNIDADE EPISTÊMICA 2018-05-22T17:17:46+00:00 Rodrigo de Andrade rodrigo.costadeandrade@gmail.com <p>Este ensaio trata da incidência de algumas organizações pastorais no ciclo das políticas públicas de juventude no Brasil e tem por objetivo suscitar reflexões em torno da formação de comunidades epistêmicas voltadas ao estabelecimento de agendas em torno destas políticas. Para isso, parte-se da hipótese de que as organizações pastorais, pautadas pelas mesmas crenças normativas e causais, constituem ou estariam em processo de constituição de uma das mais influentes comunidades epistêmicas sobre este assunto. Para isso, procurou-se organizar o texto de uma forma didática, dedicando a primeira parte à apresentação do conceito de comunidades epistêmicas, sustentado por Peter Haas; a segunda ao mapeando dos atores pastorais e suas respectivas contribuições no cenário de implementação de políticas públicas de juventude; e a terceira à análise dos princípios e crenças pastorais capazes de orientar estas organizações pastorais à constituição de uma comunidade epistêmica.</p> 2014-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MIRLENE%20SEVERO ESTATUTO DA JUVENTUDE NO BRASIL: avanços e retrocessos (2004-2013) 2018-05-22T17:18:13+00:00 Mirlene Fátima Simões Severo mirlenesevero@gmail.com O presente trabalho, baseado em análise documental, demonstra os debates realizados acerca da elaboração do Estatuto da Juventude no Brasil entre 2004 e 2013. O Projeto de Lei surge na Câmara dos Deputados, através da Comissão Destinada a Acompanhar e Estudar Propostas de Políticas Públicas para a Juventude. Verificou-se que o Brasil é um dos últimos países da América Latina a constituir direitos civis ao jovem, e mesmo assim, o projeto de lei foi aprovado após quase dez anos como objeto de análise. Demonstra-se que tal demora se deveu à disputas ideológicas como também, de formulações equivocadas e posições superficiais sobre a situação social do jovem no Brasil. Existe um histórico legal de proteção e promoção da criança e do adolescente, mas, quanto ao jovem, até este momento não. Revela-se que o recente debate acerca da concepção do jovem como sujeito de direitos ultrapassa o horizonte nacional de interpretação pois existe documento que estabelecem tais direitos: a Convenção Ibero-Americana dos Direitos dos Jovens de 2005. Por parte dos jovens há também pouca consciência quanto aos seus direitos e, por isso, poucos se interessam em lutar por eles. 2014-12-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/ANTONIO%20NASCIMENTO JUVENTUDE E POLITICAS PÚBLICAS EM RORAINÓPOLIS: UMA QUESTÃO DE IDENTIDADE 2019-06-11T00:39:23+00:00 Antonio Souza Nascimento atnsouza@gmail.com Além de outros atributos, o papel fundamental que norteia o eixo executor das políticas públicas é também a afirmação continua da identidade do grupo para a qual é direcionada. Compreende-se o grau de importância que as políticas públicas têm para a região amazônica, englobando sua mega diversidade; por outro lado, entende-se também que essas políticas não podem ser pautadas em grandiosos projetos sem que não haja uma interação direta com o público alvo. Partindo dessa premissa, acredita-se que as políticas públicas se tornam mais eficientes quando estruturadas dentro de uma metodologia que parta do especifico para o geral. É nessa perspectiva que surge a inquietação de pensar as políticas públicas de maneira mais especificas, direcionada para grupos específicos, o que transmite uma percepção mais coerente, com uma possibilidade mais plausível de atingir seus objetivos. Uma das consequências, quando as políticas públicas conseguem atingir diretamente seus objetivos, é gerar uma continuidade afirmativa da identidade do grupo atingido por elas, e a juventude rural é um desses grupos. A falta de tais políticas contribui para a migração desta juventude em direção à cidade, onde muitos deles acabam reconfigurando sua identidade. 2014-12-14T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS