Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj Revista Juventude e Políticas Públicas Secretaria Nacional de Juventude pt-BR Revista Juventude e Políticas Públicas 2525-7161 Expediente https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/91 Priscila Rodrigues dos Santos Copyright (c) 2018 Revista Juventude e Políticas Públicas 2018-04-29 2018-04-29 2 ne i i Editorial https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/98 Bruno de Oliveira Pinheiro Denise De Micheli Copyright (c) 2018-04-29 2018-04-29 2 ne ii iii O ADOLESCENTE EM VULNERABILIDADE SOCIAL E A ESCOLA: UMA ANÁLISE SOB A PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/93 <p>Este estudo tem a finalidade de evidenciar como o adolescente, no contexto de vulnerabilidade social, pode ter dificuldades relacionadas à escola. Objetivando esclarecer esta correlação, mostra-se neste estudo como Vigotski construiu seu método inspirado em ideias marxistas, bem como o modo que a adolescência é compreendida na teoria histórico-cultural. Posteriormente, é exposto como o fator social influencia nas questões relacionadas à educação. No decorrer deste estudo foram utilizadas pesquisas bibliográficas que incluiram livros, teses, dissertações e outros documentos que auxiliaram a entender o adolescente nesta condição. Estas análises mostram como a condição de desigualdade influencia na constituição do sujeito nas instituições escolares.</p> Luciana Padilha Espíndola Carvalho Paola Nogueira Lopes Sônia Cunha Urt Copyright (c) 2018-04-29 2018-04-29 2 ne 1 13 10.22477/2525-7161.2018.2ne.1-13 ESCOLA SEM PARTIDO: JUVENTUDE, MEDO, VIOLÊNCIA E VULNERABILIDADES https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/94 <p>Observação do discurso que é moldado por relações de poder, ideologias, etnocentrismo e alteridades que permeiam o imaginário social, seus efeitos e entrelaçamentos nos âmbitos educacionais, nos direitos humanos e em populações que habitam territórios vulneráveis a partir da existência de um projeto de lei que propõe uma&nbsp;“Escola sem Partido”, tendo como pano de fundo um contexto que envolve algumas persistências e reconfigurações de um estado de exceção na contemporaneidade.</p> Fátima Modesto de Oliveira Copyright (c) 2018-04-29 2018-04-29 2 ne 14 24 10.22477/2525-7161.2018.2ne.14-24 A MEDIAÇÃO TRANSFORMATIVA REFLEXIVA DE CONFLITOS COMO PROPOSTA DE TRATAMENTO DO BULLYING NA SITUAÇÃO PECULIAR DE VIZINHANÇA ESCOLAR https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/95 <p>Propõe-se refletir sobre a violência presente na formação de cidadãos no ambiente escolar, em razão <em>bullying</em>, e sua pacificação.</p> <p>Dentre os métodos de encaminhamento para o diálogo de indivíduos quando envolvidos em conflitos assim caracterizados, elegemos abordar a Mediação Transformativa Reflexiva (MTR) contextualizada nos princípios da justiça restaurativa.</p> <p>O ambiente escolar, nas megacidades pós-modernas como São Paulo, tornou-se palco e função do atendimento a processos de crescimento infantojuvenil cada vez mais complexos e com novas expectativas.</p> <p>Neste cenário, escolar, trata-se de uma situação de vizinhança continuada, em que se constituem comunidades de convivência e de vizinhança peculiar. A mediação agrega qualidade ao tema da convivência e seus acordos relacionais.</p> <p>Do ponto de vista metodológico, foram realizadas pesquisas na literatura jurídica e da psicologia, e baseado na prática da mediação de conflitos especialmente em condomínios como comunidades de vizinhança.</p> Michel Rosenthal Wagner Copyright (c) 2018-04-29 2018-04-29 2 ne 25 39 10.22477/2525-7161.2018.2ne.25-39 O PROTAGONISMO JUVENIL NA ERA DIGITAL https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/96 <p>Como o protagonismo estudantil se estrutura no século XXI por meio das redes sociais? Esse questionamento surge no contexto das ocupações de escolas públicas por estudantes secundaristas de todo o Brasil entre 2015 e 2016 - movimento que se organizou e foi divulgado primordialmente pela internet e que motivou a presente pesquisa. Para executá-la, foi realizada uma pesquisa de cunho exploratório e entrevistas qualitativas com estudantes de diversas regiões do país; paralelamente, buscou-se compreender a evolução do protagonismo estudantil brasileiro, as formas de comunicação e ativismo dos nativos digitais e, por fim, os caminhos a serem adotados pela educação brasileira para permitir uma escola mais democrática. Concluiu-se que os ambientes digitais, ainda que de maneira informal, permitem a capacitação do jovem por meio do acesso à informação e interatividade - e, consequentemente, oferecem uma plataforma de ação na qual jovens brasileiros escolhem e defendem suas causas; além disso, o papel da escola é fundamental ao absorver esses aprendizados e trabalhar de forma inovadora com as redes sociais já familiares a seus estudantes, nutrindo uma comunidade escolar mais engajada.</p> Marcela Lorenzoni da Rocha Rabin Lilian Bacich Copyright (c) 2018-04-29 2018-04-29 2 ne 40 54 10.22477/2525-7161.2018.2ne.40-53 A ADOLESCÊNCIA DOS DOZE AO ZERO: O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO E AS CONTRIBUIÇÕES DE FREUD E WINNICOTT https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/99 Ademar Dias de Oliveira Ana Jakellyne Pecori Viana Copyright (c) 2018-05-22 2018-05-22 2 ne 55 66 10.22477/2525-7161.2018.2ne.55-66