Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj Revista Juventude e Políticas Públicas pt-BR priscila.rodrigues@presidencia.gov.br (Priscila Rodrigues) lucasrodrigues@ibict.br (Lucas Rodrigues) OJS 3.1.2.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Expediente https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/EXPEDIENTE <p align="center"><strong> </strong></p><p align="center"><strong>PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA</strong><strong></strong></p><p align="center"><strong>Dilma Rousseff</strong></p><p align="center">Presidenta da República<strong></strong></p><p align="center"><strong>Michel Temer</strong></p><p align="center">Vice-Presidente da República<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA </strong></p><p><strong>DA REPÚBLICA</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Gilberto Carvalho</strong></p><p>Ministro de Estado Chefe<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Diogo de Sant’Ana</strong></p><p>Secretário Executivo<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>SECRETARIA NACIONAL DE JUVENTUDE</strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Severine Carmem Macedo</strong></p><p>Secretária Nacional de Juventude<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Ângela Cristina Santos Guimarães</strong></p><p>Secretária Adjunta<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Francisco Rodrigo Josino Amaral</strong></p><p>Chefe de Gabinete</p><p><strong style="font-size: 10px;"> </strong></p><p><strong>Elisa Guaraná de Castro</strong></p><p>Coordenadora-Geral de Políticas Transversais</p><p><strong style="font-size: 10px;"><br /></strong></p><p><strong style="font-size: 10px;">Coordenadora da Coleção Juventude</strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro<strong></strong></p><p><strong>Supervisão/Elaboração</strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro, Carla de Paiva Bezerra e Valéria Viana Labrea. <strong></strong></p><p><strong>Revisão </strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro, Valéria Viana Labrea, Ana Laura Lobato, Carla Schwingel</p><p><strong>Projeto gráfico</strong></p><p>Aline Soares</p><p><strong>Diagramação</strong></p><p>Valéria Viana Labrea e Carla Schwingel<strong></strong></p><p><strong> </strong></p><p><strong>Comissão de Avaliação</strong></p><p>Elisa Guaraná de Castro (coordenadora)</p><p>Ana Codes</p><p>Ana Laura Lobato</p><p>Carla de Paiva Bezerra</p><p>Enid Rocha</p><p>Helena Wendel Abramo</p><p>Herton Araújo</p><p>Larissa Borges</p><p>Rosana Botelho</p><p>Valéria Viana Labrea</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Informações:</strong></p><p><strong>Secretaria Nacional de Juventude – SNJ</strong></p><p>Pavilhão das Metas</p><p>Via VN1 - Leste - s/nº Praça dos Três Poderes - Zona Cívico Administrativa</p><p>Telefone: [55 61] 3411-1160</p><p>CEP 70150-908</p><p>Brasília – DF</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Dados Internacionais de Catalogação e Publicação (CIP)</strong></p><p>Regina Maria Duarte Moreira dos Santos</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Índice para catálogo sistemático:</strong></p><ol><li><strong>1. </strong><strong>Juventude - Brasil</strong></li></ol><p><strong>2014</strong></p><p><strong>Esta obra está licenciada com uma Licença </strong><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/"><strong>Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional</strong></a><strong></strong></p><p><strong>[juventude@presidencia.gov.br]</strong></p><p><strong>Telefone: [55 61] 3411-1160</strong></p> Valéria Viana Labrea Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/EXPEDIENTE Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 Editorial https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/EDITORIAL <h1>Editorial</h1><p class="Normal1">A <em>Revista Eletrônica Juventude e Políticas Públicas</em> é uma revista técnico-científica, de tiragem semestral, publicada exclusivamente em meio eletrônico, cujo objetivo é dar visibilidade à produção técnica e acadêmica sobre temas correlatos a políticas públicas de juventude. Esta iniciativa integra a missão da Secretaria Nacional de Juventude em fortalecer a produção de conhecimento sobre juventude e políticas públicas.</p><p class="Normal1">Para tal, a SNJ criou em julho de 2013 o <a href="http://participatorio.juventude.gov.br"><em>Participatório - Observatório Participativo da Juventude</em></a>. Os observatórios têm sido cada vez mais conhecidos e reconhecidos pela sociedade por seu papel voltado à análise - e reflexão e também como referência no acompanhamento e fiscalização de um determinado setor ou de temas específicos. Inspirado nas redes sociais, a proposta do Participatório dialoga com a ideia de um observatório, mas busca também articular uma rede formada por jovens ativistas, pesquisadores, gestores voltada à produção do conhecimento sobre e para a juventude brasileira e à participação e mobilização social. Desse modo, o Participatório se coloca como instrumento para articular diferentes objetivos da Secretaria Nacional de Juventude, produzir conhecimento em rede, com participação e mobilização.</p><p class="Normal1">O Observatório tem atualmente disponível: <strong>dados e pesquisas,</strong> <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/biblioteca"><strong>biblioteca digital</strong></a><strong>,</strong> <strong>Centro de Documentação e Pesquisa sobre Juventude e Políticas Públicas (CEDOC-PPJ),</strong> <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/groups/profile/217355/participatorio-em-rede"><strong>rede de pesquisadores de juventude</strong></a><strong>,</strong> c<strong>onsultas públicas,</strong> <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/groups/all">c<strong>omunidades temáticas</strong></a>, <a href="http://participatorio.juventude.gov.br/blog/owner/ParticipatorioJuventude">b<strong>log</strong></a><strong>, transmissões online, interação com outras redes, publicações, Boletim Juventude Informa. </strong></p><p class="Normal1">A <em>Revista </em>é coordenada pelo Participatório – Observatório Participativo da Juventude e compõe-se de estudos, memória, registro e reflexão multidisciplinar. Sua política editorial procurará materializar em artigos, ensaios, dossiês, reportagens, fotografias, resenhas e traduções as análises empíricas e teóricas sobre a política pública de juventude para que a sociedade, gestores, especialistas, acadêmicos, pesquisadores e outros agentes interessados na temática possam acompanhar a produção do conhecimento e a análise dos dados que compõem o cenário da Juventude no contexto nacional e internacional.</p><p class="Normal1">Cada edição possuirá uma linha temática, proposta pelo seu Conselho Editorial, e divulgada por meio de chamada pública para recebimento de trabalhos. Os artigos serão selecionados por meio de análise de comissão de avaliação instituída a cada edição, pelo sistema de duplo cego. A revista tem como princípios o acesso livre e aberto à informação e ao conhecimento e o estímulo à produção de jovens pesquisadores. Sua disponibilização eletrônica será por meio do Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas (SEER/IBICT), uma customização brasileira do <em>Open Journal Systems</em> (OJS).</p><p>Para inaugurar a <em>Revista Eletrônica Juventude e Políticas Públicas</em> trazemos a <em>Edição Especial Participatório em Rede - Panorama das Pesquisas em Políticas de Juventude</em><em>, </em>com os artigos selecionados para o <em>Participatório em rede – encontro de pesquisadores e pesquisadoras de politicas de juventude</em>. O <em>Encontro </em>foi realizado<em> </em>de 2 a 4 de setembro de 2014, pela SNJ, em Brasília e reuniu mais de 100 pesquisadores de todo o país. Os participantes foram selecionados por chamada pública e com priorização para as regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste. A seleção permitiu a participação de graduados, mestres e doutores promovendo um encontro de grupos, redes e pesquisadores independentes sobre temáticas diversas. O objetivo era traçar um panorama da produção atual, em especial daquela menos visibilizada por não estar nos grandes centros de produção científica do país.</p><p> <span style="font-size: 10px;">Quem são as pessoas que pesquisam temas ligados à juventude brasileira? Que temáticas despertam maior interesse? Quais são os desafios para produzir conhecimento sobre juventude e políticas públicas hoje? Essas foram algumas das perguntas que motivaram a realização do Encontro, realizado em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), e contando com a participação de representantes de ministérios que executam políticas de juventude.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Os onze artigos que integram essa </span><em style="font-size: 10px;">Edição Especial</em><span style="font-size: 10px;"> estão agrupados sob as seguintes temáticas: Identidades e Diversidade, Participação Política, Juventude e Políticas Públicas, Educação e Trabalho, Cultura e Comunicação, e por fim, Violência, Segurança e Periferia.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Além dos artigos a </span><em style="font-size: 10px;">Revista </em><span style="font-size: 10px;">traz uma entrevista com o </span><em style="font-size: 10px;">Observatório Capixaba, </em><span style="font-size: 10px;">uma experiência referência em produção sobre políticas públicas da sociedade civil.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Para o primeiro número da </span><em style="font-size: 10px;">Revista</em><span style="font-size: 10px;"> o tema será </span><strong style="font-size: 10px;">Dez anos da Política Nacional de Juventude</strong><span style="font-size: 10px;">.</span><strong style="font-size: 10px;"> </strong><span style="font-size: 10px;">Aguardamos a colaboração por meio da chamada pública lançada no dia 15 de dezembro de 2014.</span></p><p> <span style="font-size: 10px;">Esperamos que essa inciativa some à rede pulsante de pesquisadores que hoje contribuem para que a cada dia os anseios e dilemas da juventude se tornem mais visíveis à sociedade brasileira.</span></p><p> </p> Elisa Guaraná Castro Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/EDITORIAL Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 Entrevista https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/ENTREVISTA Entrevista com o <em>Observatório Capixaba, </em>uma experiência referência em produção sobre políticas públicas da sociedade civil. Danilo Castro Lima Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/ENTREVISTA Seg, 15 Dez 2014 09:59:53 +0000 Entrevista: Regina Novaes fala sobre os novos paradigmas da pesquisa em juventude https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/23 <p>Regina Novaes é uma das maiores pesquisadoras do país quando o tema é Juventude. Sua trajetória acadêmica sempre esteve ligada ao estudo dos movimentos sociais até perceber que a juventude era o que mais lhe interessava como objeto de pesquisa. A diversidade e as desigualdades que encontrava nesse recorte sempre lhe chamaram atenção.</p><p>Hoje, é Professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e também é parceira da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ).</p><p>A pesquisadora subsidia uma série de ações da SNJ por ser uma referência teórica na elaboração das políticas de juventude. Em entrevista à <em>Revista Eletrônica Juventude e Políticas Públicas</em>, Regina lança um olhar questionador, que expõe paradigmas sobre a pesquisa no tema. Ela também faz um balanço das políticas de juventude no Brasil, abordando os avanços conquistados até aqui e os desafios que ainda temos pela frente.</p> Danilo Lima Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/23 Dom, 14 Dez 2014 00:00:00 +0000 ADOLESCENTES E JOVENS INDÍGENAS: CONTEXTO SOCIAL E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA NO RIO NEGRO https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/CLAUDINA%20MAXIMIANO <p>O presente texto propõe uma reflexão inicial sobre o processo de participação política dos jovens indígenas no rio Negro, a partir da análise das iniciativas de mobilização/organização de um “novo sujeito político” no cenário do movimento indígena e do contexto social da referida região. Nosso objetivo é descrever/refletir acerca do processo de articulação/mobilização de jovens indígenas na luta por espaços sociais de poder, assim como acerca da criação de um discurso em torno de um sujeito pluriétnico autodenominado de “adolescentes e jovens indígenas”. Tal reflexão perpassa o contexto social do município de São Gabriel da Cachoeira, com destaque para Santa Isabel do Rio Negro, município localizado na região do Médio Rio Negro, campo em que se circunscreve a pesquisa por meio da qual construo essa reflexão. A temática está ligada aos problemas sociais que envolvem os jovens indígenas e às iniciativas de organização, acrescida dos conflitos vivenciados por eles, ações classificadas como “marginais” e/ou a mobilização por políticas públicas específicas que acabam por se conectar e/ou se tangenciam no cotidiano. É diante desse contexto que proponho tal reflexão.</p> Claudina Azevedo Maximiano Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/CLAUDINA%20MAXIMIANO Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 O PROTAGONISMO DOS JOVENS E O TURISMO EM ÁREAS RURAIS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MAYARA%20MARTINS%20EL%20AL <p>Este trabalho, analítico-descritivo, busca relatar experiências de turismo sustentável em áreas rurais por meio da questão da ação coletiva e o protagonismo da juventude. O objetivo central foi compor entendimentos sobre a participação dos jovens no turismo, sobretudo, questionando as oportunidades ofertadas aos jovens e a disposição deles em colaborar no desenvolvimento local. Para isso, serão apresentados estudos de casos distintos sobre a participação dos jovens no turismo. O primeiro contexto faz referência ao contexto do turismo e da juventude em assentamentos rurais no Estado de São Paulo. Desse modo, foram entrevistados jovens dos assentamentos: a) Ipanema (Iperó, Região Sorocaba), b) Rodeio e Água Limpa (Presidente Bernardes, Região de Presidente Prudente) e c) Sumaré I (Sumaré, Região de Campinas). Já o segundo contexto, refere-se à experiência consolidada do roteiro agroturístico conhecido como “Acolhida na Colônia”, reconhecido como destino referência de turismo rural, tendo como sede a cidade de Santa Rosa de Lima no Estado de Santa Catarina. Como conclusões gerais, este trabalho consistirá em apresentar as principais semelhanças e diferenças sobre a participação social de jovens no turismo nestes diferentes contextos e como os jovens devem ser considerados na gestão comunitária do turismo.</p> Mayara Roberta Martins, Célia Regina Tomiko Futemma Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MAYARA%20MARTINS%20EL%20AL Dom, 14 Dez 2014 00:00:00 +0000 JUVENTUDE E VIOLÊNCIA: REFLEXÕES SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA JOVENS EM TERESINA https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/LILA%20LUZ <div class="page" title="Page 1"><div class="layoutArea"><div class="column"><p><span>Neste artigo apresentamos algumas reflexões acerca da violência contra jovens na cidade de Teresina. As informações quantitativas e os resultantes das pesquisas de campo contribuem para identificar a existência de um processo de violência contra jovens na cidade de Teresina, com maior incidência entre jovens pobres moradores de zonas periféricas. </span></p></div></div></div> Lila Cristina Xavier Luz Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/LILA%20LUZ Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 Juventudes e Políticas Públicas: Reflexões quanto a Garantia do Direito as Seguranças https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/GIOVANE%20SCHERER <span style="line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-theme-font: minor-latin;">O presente artigo apresenta um debate a respeito do contexto de (in)segurança social a qual as juventudes são impactadas, apontando para a importância da garantia do direito as seguranças, compreendido como um direito humano, necessário de materialização pela via das políticas sociais. Apresenta-se uma breve análise dos programas e projetos voltados para a garantia do direito as seguranças das juventudes, ressaltando a importância da articulação intersetorial com vistas a possibilitar a garantia universal e indivisível dos direitos desse segmento social</span> Giovane Antonio Scherer Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/GIOVANE%20SCHERER Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 Dos espaços de identidade aos espaços de visibilidade https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MARIO%20SIMAO <p>Este artigo tem como objetivo identificar movimentos de visibilidade de jovens de origem popular, residentes em favelas cariocas a partir do seu espaço vivido. Parte-se da argumentação que estes têm construído estratégias para enfrentar a invisibilidade política, corpórea e conceitual que historicamente condicionam suas vidas. Discutimos as conseqüências do ordenamento moderno para a noção de juventude. Há uma cronobiologia que sustenta a construção de tipologias com o objetivo de homogeneizar estes sujeitos. Contudo, a juventude é uma categoria em disputa política. Assinala-se a invisibilidade de jovens oriundos de determinadas favelas da cidade do Rio de Janeiro, destacando-se que existem diferentes modos de ser e estar jovem e, especialmente estes jovens têm suas vidas marcadas pela desigualdade e pela distinção territorial de direitos. Em busca da visibilidade destes sujeitos, construímos uma análise sobre estes no espaço da vida, reunindo informações sobre trajetórias de vida e práticas culturais a partir de entrevistas e grupos focais com jovens situados entre 15 e 29 anos moradores de favelas cariocas. Ao final apontamos alguns movimentos de visibilização destes jovens, tais como: as novas representações estéticas que fazem de si e do espaço da favela em que vivem e as estratégias de comunicação e de construção de redes a partir das ferramentas da tecnologia digital.</p> Mário Pires Simão Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MARIO%20SIMAO Dom, 16 Nov 2014 00:00:00 +0000 Arte, Cultura e Política no Movimento Estudantil Brasileiro: Uma combinação necessária https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/RENATO%20VECHIA <p>Este artigo busca resgatar algumas experiências de articulação entre a arte e cultura com a atuação de entidades vinculadas ao movimento estudantil. Analisa o papel que o Centro Popular de Cultura da UNE desempenhou durante o conturbado período que antecedeu ao golpe militar no Brasil, alguns debates relacionados à concepções sobre o papel da arte, bem como algumas tentativas de utilização de expressões artísticas como forma de romper o isolamento a que as entidades estudantis foram submetidas após a intervenção militar no país. Por fim, resgata o papel que a questão cultural desempenhou no processo de redemocratização no contexto do movimento estudantil gaúcho a partir da organização de um grande encontro em Caxias do Sul, denominado Cio da Terra e organizado pela União Estadual de Estudantes do RS (UEE/RS). </p> Renato da Silva Della Vechia Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/RENATO%20VECHIA Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 O PROTAGONISMO DOS JOVENS E O TURISMO EM ÁREAS RURAIS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/10 <span style="line-height: 115%; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA;">Este trabalho, analítico-descritivo, busca relatar experiências de turismo sustentável em áreas rurais por meio da questão da ação coletiva e o protagonismo da juventude. O objetivo central foi compor entendimentos sobre a participação dos jovens no turismo, sobretudo, questionando as oportunidades ofertadas aos jovens e a disposição deles em colaborar no desenvolvimento local. Para isso, serão apresentados estudos de casos distintos sobre a participação dos jovens no turismo. O primeiro contexto faz referência ao contexto do turismo e da juventude em assentamentos rurais no Estado de São Paulo. Desse modo, foram entrevistados jovens dos assentamentos: a) Ipanema (Iperó, Região Sorocaba), b) Rodeio e Água Limpa (Presidente Bernardes, Região de Presidente Prudente) e c) Sumaré I (Sumaré, Região de Campinas). Já o segundo contexto, refere-se à experiência consolidada do roteiro agroturístico conhecido como “Acolhida na Colônia”, reconhecido como destino referência de turismo rural, tendo como sede a cidade de Santa Rosa de Lima no Estado de Santa Catarina. Como conclusões gerais, este trabalho consistirá em apresentar as principais semelhanças e diferenças sobre a participação social de jovens no turismo nestes diferentes contextos e como os jovens devem ser considerados na gestão comunitária do turismo.</span> Mayara Roberta Martins Copyright (c) 2016 Revista Juventude e Políticas Públicas https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/10 Seg, 15 Dez 2014 00:00:00 +0000 A PROFISSIONALIZAÇÃO ARTÍSTICA DE JOVENS EM SALVADOR/BAHIA: TENSÕES ENTRE MERCADOS E POLÍTICAS CULTURAIS E EDUCACIONAIS https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/IVAN%20FARIA <p>O presente artigo analisa as condições e possibilidades de formação profissional na área artística na Bahia, bem como aponta alguns desafios enfrentados por estudantes e egressos de instituições educativas ligados ao mundo das artes. O trabalho caracteriza o cenário da oferta de projetos sociais e cursos de educação profissional e de políticas públicas para o setor, articulando-o ao complexo campo da inserção profissional e do trabalho no mundo das artes. Os dados mostram que o setor é marcado pela incerteza, sendo bem menos organizado e formalizado do que outras áreas técnicas. A transição para o mundo do trabalho apresenta tensões relacionadas à remuneração, à informalidade e à flexibilidade necessárias para transitar no mercado cultural. </p> Ivan Faria Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/IVAN%20FARIA Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 JUVENTUDE E PARTICIPAÇÃO: Ligas Juvenis Alemãs e Políticas de Juventude no Brasil https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/CRISTIANE%20SANDER Considerando que a juventude deve ser compreendida enquanto categoria social e os jovens como sujeitos de direitos para que possam contribuir de forma decisiva para dinamizar a sociedade e propor soluções para os seus principais problemas. É necessário criar formas e possibilidades da participação ativa dos jovens que dependem em grande parte da existência de espaços sociais adequados, nos quais os mesmos possam desenvolver ações e projetos vivenciando e experinciando a participação, a auto-organização e a autonomia. Esse protagonismo é indispensável no processo de socialização e do exercício da cidadania. Na Alemanha existe uma longa tradição na criação e fortalecimento de espaços e organizações, como as Ligas Juvenis, nas quais os jovens podem vivenciar e experienciar a participação e a autonomia. As Ligas Juvenis são hoje reconhecidas como espaços sociais pedagógicos para a socialização dos adolescentes e jovens, pelo Estado e sociedade. O artigo apresenta a estrutura e os princípios das Ligas Juvenis, e a importância da participação enquanto um processo formativo nas mesmas, além de refletir de que forma estas experiências podem contribuir na realidade da juventude e da Política de Juventude no Brasil. Cristiane Sander Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/CRISTIANE%20SANDER Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 FORMAÇÃO DE AGENDA DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE NO GOVERNO LULA https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/HEBER%20ROCHA <p class="Default"><span>Este artigo analisa os principais fatores, atores e contexto político que levaram o tema das políticas públicas de juventude adentrar na agenda governamental, culminando na criação da política nacional da juventude em 2005. Entende-se como Política Nacional de Juventude os seguintes elementos: Secretaria Nacional de Juventude, Conselho Nacional de Juventude e Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem). Analisou-se o período de 2002 a 2005, quatro anos determinantes para os diferentes atores promoverem o tema da política de juventude, bem como elaborarem alternativas de políticas e promoverem o processo de definição do problema, à luz da teoria de J. Kingdon. </span></p> Heber Silveira Rocha Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/HEBER%20ROCHA Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 REDE DE ATORES PASTORAIS E SUA INFLUÊNCIA NAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE: CONSTITUIÇÃO DE UMA COMUNIDADE EPISTÊMICA https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/RODRIGO%20DE%20ANDRADE <p>Este ensaio trata da incidência de algumas organizações pastorais no ciclo das políticas públicas de juventude no Brasil e tem por objetivo suscitar reflexões em torno da formação de comunidades epistêmicas voltadas ao estabelecimento de agendas em torno destas políticas. Para isso, parte-se da hipótese de que as organizações pastorais, pautadas pelas mesmas crenças normativas e causais, constituem ou estariam em processo de constituição de uma das mais influentes comunidades epistêmicas sobre este assunto. Para isso, procurou-se organizar o texto de uma forma didática, dedicando a primeira parte à apresentação do conceito de comunidades epistêmicas, sustentado por Peter Haas; a segunda ao mapeando dos atores pastorais e suas respectivas contribuições no cenário de implementação de políticas públicas de juventude; e a terceira à análise dos princípios e crenças pastorais capazes de orientar estas organizações pastorais à constituição de uma comunidade epistêmica.</p> Rodrigo de Andrade Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/RODRIGO%20DE%20ANDRADE Ter, 16 Dez 2014 00:00:00 +0000 ESTATUTO DA JUVENTUDE NO BRASIL: avanços e retrocessos (2004-2013) https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MIRLENE%20SEVERO O presente trabalho, baseado em análise documental, demonstra os debates realizados acerca da elaboração do Estatuto da Juventude no Brasil entre 2004 e 2013. O Projeto de Lei surge na Câmara dos Deputados, através da Comissão Destinada a Acompanhar e Estudar Propostas de Políticas Públicas para a Juventude. Verificou-se que o Brasil é um dos últimos países da América Latina a constituir direitos civis ao jovem, e mesmo assim, o projeto de lei foi aprovado após quase dez anos como objeto de análise. Demonstra-se que tal demora se deveu à disputas ideológicas como também, de formulações equivocadas e posições superficiais sobre a situação social do jovem no Brasil. Existe um histórico legal de proteção e promoção da criança e do adolescente, mas, quanto ao jovem, até este momento não. Revela-se que o recente debate acerca da concepção do jovem como sujeito de direitos ultrapassa o horizonte nacional de interpretação pois existe documento que estabelecem tais direitos: a Convenção Ibero-Americana dos Direitos dos Jovens de 2005. Por parte dos jovens há também pouca consciência quanto aos seus direitos e, por isso, poucos se interessam em lutar por eles. Mirlene Fátima Simões Severo Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/MIRLENE%20SEVERO Dom, 14 Dez 2014 00:00:00 +0000 JUVENTUDE E POLITICAS PÚBLICAS EM RORAINÓPOLIS: UMA QUESTÃO DE IDENTIDADE https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/ANTONIO%20NASCIMENTO Além de outros atributos, o papel fundamental que norteia o eixo executor das políticas públicas é também a afirmação continua da identidade do grupo para a qual é direcionada. Compreende-se o grau de importância que as políticas públicas têm para a região amazônica, englobando sua mega diversidade; por outro lado, entende-se também que essas políticas não podem ser pautadas em grandiosos projetos sem que não haja uma interação direta com o público alvo. Partindo dessa premissa, acredita-se que as políticas públicas se tornam mais eficientes quando estruturadas dentro de uma metodologia que parta do especifico para o geral. É nessa perspectiva que surge a inquietação de pensar as políticas públicas de maneira mais especificas, direcionada para grupos específicos, o que transmite uma percepção mais coerente, com uma possibilidade mais plausível de atingir seus objetivos. Uma das consequências, quando as políticas públicas conseguem atingir diretamente seus objetivos, é gerar uma continuidade afirmativa da identidade do grupo atingido por elas, e a juventude rural é um desses grupos. A falta de tais políticas contribui para a migração desta juventude em direção à cidade, onde muitos deles acabam reconfigurando sua identidade. Antonio Souza Nascimento Copyright (c) 2014 REVISTA JUVENTUDE E POLÍTICAS PÚBLICAS http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://revistasnj.mdh.gov.br/index.php/snj/article/view/ANTONIO%20NASCIMENTO Dom, 14 Dez 2014 00:00:00 +0000